O nosso reino é tudo isto, e muito mais...

«Contos de fada são mais do que a verdade. Não porque eles nos dizem que dragões existem, mas porque eles nos dizem que dragões podem ser derrotados.»

~ Neil Gaiman ~
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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Donos ou escravos?

Curiosamente depois de interpretar a última Dharma Card que criei, consegui perceber melhor a penúltima.
Nesta, podemos ver o "oferecer" do corpo nú versus um corpo coberto por uma armadura.
O mostrar o nosso eu versus protegê-lo de modo a que nos tornamos irreconhecíveis.
Mostrar o nosso eu puro, selvagem, sem receios, sem medos versus mostrar algo que não reconheçamos ao espelho, mas que aparentemente nos dá uma sensação de proteção, intimidação, controle e por isso de conforto; que nos protege dos outros e até de nós mesmos.
Quem vos parece que tem mais medo nesta colagem?
O que oferece o peito ou o que se protege dos pés à cabeça?
Quem vos parece mais livre?
Quem vos parece mais ligado à natureza, à liberdade pessoal, à sua intuição?
Um à parte para os fãs da Guerra das Estrelas:
Sei que a sobrevivência de Anakin Skywalker (Darth Vader) só foi possível graças a esta armadura de suporte vital e que se lhe fosse retirada, lhe traria a morte em poucos minutos.
Sei que aos poucos aprendeu a viver nesse tipo de isolamento e anonimato e encontrou várias maneiras de enfrentar a sua nova condição. Que para superar as limitações que sua armadura impunha, Vader também teve que mudar o seu estilo de vida. Adicionalmente, para escapar à claustrofobia, chegou a construir diversas câmaras de meditação nas quais poderia retirar a máscara e a armadura e sobreviver. Sei que, tal como qualquer pessoa que opte por viver "armado até aos dentes" no fundo cobiça ser menos dependente das suas armaduras, e tenta mais tarde ou mais cedo sobreviver sem ela. 
Nem sempre é fácil.
Na verdade pode ser muito difícil, e é um ato ainda mais corajoso...
Mas a recompensa será proporcional.
Dá que pensar não dá?

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Dharma Cards e Tarot Raider Waite

O cansaço é muito.
Não descansei o suficiente no Natal. Não me abstraí o suficiente, não brinquei o suficiente, não me ri o suficiente.
Já disse aqui que 2015 foi um ano difícil. 
Muitas mudanças na família, muitas dores, cirurgias, sustos, desgostos, surpresas negativas, desilusões.
2015 foi um ano professor, um ano que me ensinou muito, que me tirou da minha zona de conforto.
Depois de criar este Dharma Card  consigo ver nele o meu cansaço, a pele que me foi arrancada - o sentimento de falta de proteção, as dificuldades e a insegurança que senti (quero acreditar que terei tréguas agora), o ter que, muitas vezes ficar apenas a olhar e a ver o desenrolar dos acontecimentos, sem dever e/ou poder atuar.
*
A carta Seis de Copas no Tarot
Foi com agrado que tirei esta carta para fevereiro! Apesar de na altura não saber o seu significado vi que era uma carta alegre e positiva

Sim continuo a tentar aprender Tarot.
 Adoro interpretar imagens e fotos... e colagens! :)

PALAVRAS-CHAVE
 Origem
 Diversões
 Pureza
Nostalgia

EXPRESSÕES-CHAVE
Acções ingénuas
Pessoa extrovertida e inocente
 Reconhecimento da criança dentro de si
Recordações compassivas
Diversão nos relacionamentos
Pessoa com boas intenções

SIGNIFICADO DA CARTA SEIS DE COPAS
A carta Seis de Copas sugere-lhe que está na altura da criança que existe dentro si se manifestar finalmente, liberte-se dos medos, olhe para o seu passado, para como as coisas eram, sem preocupações, medos, receios, e uma enorme vontade de viver e experimentar tudo o que a vida tem para lhe oferecer.
A inocência e ingenuidade que caracteriza a infância de todos nós poderá ajudá-lo a rejuvenescer o seu espírito criativo, ajudá-lo a divertir-se e simultaneamente sentir a nostalgia que tanto caracterizou os seus momentos de infância. Como carta “Presente”, sugere-lhe que deve divertir-se mais, reconheça a criança dentro de si, regresse um pouco às suas origens e use as suas recordações de infância em seu benefício afastando os seus medos e receios que o atormentam agora na maturidade.
Para carta lançada na posição Obstáculo adverte-o que se encontra neste momento demasiado agarrado ao seu passado, cuidado com a tendência para a desresponsabilização, o facto de se encontrar apegado às suas recordações passadas não o podem fazer perder avisão do presente, e do que realmente lhe interessa atualmente.
Como carta de Futuro, esta indica-lhe que irá receber benefícios que serão resultado da pureza de outras pessoas que o rodeiam.
Esta é uma carta que lhe relembra da dualidade do Universo, onde existe ódio, violência e malevolência também existe amor, carinho e benevolência.
No geral, o significado essencial desta carta indica-lhe que deve dar valor às suas experiências de vida, pois foram estas que o tornaram na pessoa que é hoje, algo que é completamente único e intransmissível, algo que é apenas seu e que poderá ser o seu refúgio emocional sempre que o desejar.
*
Será que esta carta foi só para mim ou haverá por aí mais alguém a quem se destine?

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Criatividade: Este ano vou rebentar com a escala!!

Palavra de ordem: SER ainda mais CRIATIVA!
Todos os anos mando encadernar os meus diários, Livro dos Espelhos, Apontamentos, Livro das Sombras, ou o que lhes quiserem chamar.
Deixei já alguns na encadernadora nos últimos dias de dezembro, mas este ano penso que abusei nas minhas escritas, resumos de livros, apontamentos...
Quero no final de 2016 ter menos palavras para encadernar e mais arte.
Vou tentar levar este objetivo até ao fim. Se já comecei? JÁ! E aviso que apesar de demorar mais a compilar os meus estudos, os resultados são mais positivos.
Já fiz vários Dharma Cards este ano que, como sabem, uso como Oráculo. Deixo as minhas emoções e a minha intuição servirem de acendalha e o resultado está à vista...
Nestes Dharma Cards vejo:
Novas perspetivas
Novos começos
Emoções
Percurso pessoal
Evolução
Auto-observação e avaliação
Ambiguidade
 Para quem perguntou, aqui ficam algumas das encadernações A4 de 2015:
Queria também mensalmente criar arte alusiva à Lua Nova e à Lua Cheia e claro, partilhá-la com vocês.
À Lua Cheia de Janeiro chamei-lhe a Lua do Corvo ou Raven Moon.
Mais novidades? Muito em breve...

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Leitura das minhas Dharma Cards

Carta 1 - N.º 90
De quem é o ponto de vista mais importante? De quem está em cima e olha para baixo ou de quem está em baixo e olha para cima?
Para mim ambos são importantes pois ambos nos permitem ver coisas que o outro não vê.
Quem prefere uma vida emocional confortável? As emoções fazem-nos girar, mover e aprender. Numa vida emocionalmente confortável pouco acontece de novo. Pode até cair-se na rotina e deitar tudo a perder. Será que essa é a melhor opção? Haverá relações assim?
A tua relação mãe-filho é confortável?
Consideras isso suficiente?
Penso que a melhor relação emocional é a que nos despe de preconceitos e simultaneamente nos deixa ser como realmente somos. É aquela em que somos respeitados e apoiados incondicionalmente pelo outro.
Reflete sobre as tuas relações pessoais.

Carta 2 - N.º 115
Dizer não. Tens dificuldade em dizer não? Aceitas ainda que sem vontade as opiniões alheias? A tua voz é alta o suficiente para seres ouvido?
A aparência não é tudo, não define tudo. Pensa na tua postura.
Consegues facilmente estabelecer fronteiras? Consegues fazer com que as pessoas saibam o que queres sem dizeres ou, mesmo quando falas as pessoas não percebem?
Ouvem-te quando dizes não?
Pensa na tua forma de estar perante os outros. Mostras o que realmente és?
Tenta ser fiel a ti mesmo.

Carta 3 - N.º 163
Para mim esta carta sugere veneração. Quem veneras? Quem são os teus ídolos?
São pessoas que não conheces ou são pessoas que têm ou tiveram um papel ativo na tua vida?
São santos, deuses, anjos, pessoas da família, pessoas que já faleceram?
Quem tem um papel ativo e positivo na tua vida? Soubeste sempre agradecer a quem o fez?
É o universo? Já lhe agradeceste pelas bençãos que te trouxe hoje?
Faz uma chamada telefónica, envia um email, acende uma vela...
Agradece.
*
Espero que estas cartas te tenham ajudado ou feito algum sentido para ti.
Gostava muito de saber a tua opinião.
Por favor partilha esta informação para que outros possam também receber alguma orientação.
Obrigada!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Leitura das minhas Dharma Cards

Olha para a fotografia seguinte, fecha os olhos, respira fundo três vezes.
O que é mais importante para ti saberes neste momento?
Escolhe a carta 1, 2 ou 3 e deixa a tua preferência num comentário.
Escolherei aleatória e intuitivamente três cartas e escreverei as respostas aqui no blog amanhã à tarde.
 
Até lá... diverte-te.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Tarot Raider Waite e Dharma Cards - O meu oráculo VS Tarot

O que será mais difícil do que ficar isolado em cima de um bloco de gelo?
Há coisas que acontecem por responsabilidade nossa outras não.
Uma coisa é ficarmos isolados, outra é isolarmos-nos como me parece que é o que está a acontecer a quem está no escafandro a fazer de conta que lê um jornal desfocado...
"Os escafandros comunicam com a superfície através de um duto que assegura a livre respiração e permite resistir à pressão da água" mas será que é o mesmo que respirar livremente e estar sujeito a tudo de bom ou de mau que nos pode acontecer? O que nos tratá mais aprendizagens?
*
No outro dia comparei a vida um carrossel aqui.
Esta carta parece-nos perguntar se vamos andar no carrossel da vida ou nos vamos limitar a ficar a olhar para quem se diverte?
De repente ao ver a carta que tinha acabado de criar (abaixo) veio-me à cabeça a seguinte frase:
O universo vai arranjar maneira de te dizer que estás no bom caminho.
Vai olhar-te de forma engraçada e perguntar-te se aprendeste alguma lição.
A vida da raposa do ártico não deve ser nada fácil, no entanto ela nunca desiste e todos os anos nos brinda com o seu aparecimento...
Quando vi o leão (acho que nunca "apanhei" nenhum leão numa revista!) e ao virar a página de uma outra revista vi a imagem de mulheres a trabalhar de noite, a fazer tijolos, lembrei-me da força - requerida para essa tarefa e da carta FORÇA no Tarot.
Significados:
Força de vontade, amor, ternura, empatia, confiança, cooperação, harmonia, energia feminina, poder, energia, ação, coragem, magnanimidade, sucesso, honra, força de espírito, força moral.
There is the figure of 8 above her head, which is the symbol of infinity. The lion is a normally considered to be the strongest, most powerful animal there is, yet he is happily eating out of the woman’s hand. There is mutual trust and respect.
Copiado daqui.
*
Portanto aqui fica a lição da minha última carta criada:
Determinar objetivos, colocar-me no lugar dos outros, abordar as situações sob um ponto de vista generalista (para o Bem Supremo de cada um dos envolvidos), tomar decisões baseadas no amor (próprio e por outros) e ter a força de vontade necessária.
*
Quase a dar por encerrada a minha procura de items bons para colagens deparei-me com este senhor.
Resolvi então colocá-lo num ambiente hostil e para o qual não está visivelmente preparado.
Lembrei-me, claro, da carta do Enforcado de que falei recentemente AQUI.
Lição: Ver as coisas de uma nova perspetiva.
Na minha carta no entanto, e apesar de parecer não haver esforço para se manter naquela posição o senhor já não é tão novo como o individuo da cara do Enforcado parece ser.
Provavelmente o senhor da minha carta, quando era mais novo ou quando iniciou este tipo de exercícios o esforço feito terá sido muito superior.
Talvez na minha carta a lição esteja relacionada com a maturidade e no modo como se lidam com as situações quando somos mais velhos, experientes e sábios.
Afinal a idade trás-nos destas coisas...

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Criar Dharma Cards - Respostas às minhas perguntas

Hoje, aliás como nas últimas semanas apeteceu-me criar mais alguns Dharma Cards.
Não é fácil estar em casa de Atestado Médico e muito menos quando temos uma faringite viral e pouco devemos falar.
Curiosamente as cartas que intuitivamente crio acabam sempre por me dar respostas a algumas perguntas ou problemas do presente.
Estas foram criadas hoje.
Ao "ler" estas cartas pela ordem que foram criadas
 posso dizer que neste momento:
Tenho que me focar no que é mais importante.
Conseguem ver na imagem tantas borboletas e uma mão apontando apenas para duas delas?
Tenho que me deixar de tristezas e olhar para a frente. 
Na imagem pode ver-se um homem cabisbaixo embora armado com uma lança, ou seja não está completamente impotente. Parece-me desiludido.
Olhar para a frente pode querer dizer preparar-me para a guerra (que é o que me dizem as cores vivas do camaleão) ou apenas para prosseguir o meu caminho.
Na terceira imagem, embora talvez não se consiga ver muito bem estão as Pirâmides de Gizé sob a via láctea. Elas estão muito desfocadas e o ênfase vai para as cores celestiais.
Apesar de serem gigantescas aos nossos olhos, sob o ponto de vista do universo não passam de meros borrões, de fotografias desfocadas.
É por isso importante que eu, neste momento olhe para cima e tente ver as situações que me rodeiam sob um ponto de vista mais vasto, mais abrangente.
Nas duas últimas cartas criadas hoje (a 176 e a 177) podemos ver uma cabra montesa perto de vários picos onde naturalmente e sem intervenção humana estão pedregulhos em equilíbrio.
Depois de ter colado a cabra nesta carta lembrei-me de uma história que contei à minha turma no início deste ano letivo: "Zonzo, o Cabritinho".
Encontrei online a história para que possam lê-la caso queiram.
Sem querer estragar o suspense criado na história aqui fica um bocadinho:
"Zonzo era um cabrito montês muito especial…. E sabem porquê? Porque tinha medo das alturas! Onde é que já se viu um cabrito montês com medo das alturas?!?

A verdade é que o coração deste cabrito se vai encher de coragem e confiança e daí surgirá um nova e linda amizade."
Resumidamente aprendemos com este Cabritinho que devemos enfrentar os nossos medos e ajudar quem precisa de nós.
Devo enfrentar os meus medos e ajudar quem precisa de mim.
É o que tenho feito.
A vida tem o seu equilíbrio natural.
"Umas vezes estamos em cima outras vezes estamos em baixo."
Na Roda do Ano, nos ciclos de vida, nos movimentos planetários (de rotação e translação) nunca estamos no mesmo sítio.
Muitas vezes passamos pelos mesmos sítios mas já mudámos entretanto. Estamos diferentes, vivemos muitas experiências nesse intervalo de tempo.
Uma coisa que posso acrescentar à leitura desta carta depois de me lembrar da história do Zonzo é:
Se eu não o consigo fazer por mim, então vou fazê-los pelos outros.
Quantas vezes fazemos coisas que sabemos que são boas para nós mas não as fazemos por nós mas sim a pedido dos outros?
A minha mãe, quando eu era pequenina e estava doente e sem fome, ao dar-me a sopa na boca dizia-me:
"Esta colher é por mim, agora toma uma colher pela avó, agora esta é pelo mano..."
E eu lá ia comendo pelos outros e acabava por comer a sopa toda.
A última carta é a de um lémure encolhido.
Coloquei-o num ambiente austero e frio.
Ele espera calmamente que o tempo passe.
Provavelmente é um ELE porque  na sua espécie, a dominância feminina é regra.
Elas decidem tudo e eles apenas esperam que sobre comida, que elas estejam instaladas e ele consiga finalmente arranjar um bom local de descanso, etc.
Muitas vezes e apesar de eles não se quererem meter em problemas, elas podem empurrá-los, esbofeteá-los ou mesmo arrancar-lhe bocados de pêlo para marcar a sua dominância.
Como nesta leitura a minha intuição me diz que o tema não é tão focado na dominância feminina, deduzo que neste momento tudo o que me resta é esperar que o tempo passe e cure algumas feridas. Minhas e de outros.
Podem ler mais sobre estes Dharma Cards ou cartões Expressivos Dharma AQUI.
*
Que feridas?
Teias de aranha, cartas de Tarot e a minha vida

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Cartões Dharma * Cartões Expressivos Dharma

 Desde que me lembro que uso o Scrapbook e as colagens para expressar os meus sentimentos e explorar pensamentos, sobre tudo e sobre nada.
Gosto muito de fazer representações visuais do que sinto e penso, e sobre as minhas inspirações.
Sou fã destas técnicas há anos e sei usar isso muito bem na exploração da minha espiritualidade, simplesmente utilizando papel e criatividade - arte. 
As minhas colagens centram-se em torno de um processo espiritual e tentam descrever o que sinto sobre muitas das coisas que me rodeiam diariamente.
Estas técnicas, para mim, acabam por ser constituídas por uma série de exercícios de consciência que me dão prazer fazer e com os quais crio uma representação visual da minha jornada e o que isso significa para mim. Na maioria das vezes apenas deixo a minha criança interior brincar com os recortes, a cola e a tesoura.

Coisa que faço desde pequena: Recortes que colecionei quando tinha uns 9 ou 10 anos, embora nesta altura eu não os colasse. Construia e desconstruia conjuntos de imagens sempre que me apetecia.

Às vezes gosto de tentar criar uma atmosfera que goste e/ou que expresse o que estou a sentir no momento ou que senti no passado. O que é realmente interessante é que eu olho para trás, para estas minhas representações em forma de imagem, e lembro-me perfeitamente dos sentimentos que me levaram a criar aquela colagem.

Afinal é um diário, mas visual em vez de descritivo.

Isto é profundamente catártico e terapêutico, pelo menos para mim. É a minha forma de terapia.
Neste mundo dos meus Cartões Dharma (apenas com imagens) ou Cartões Expressivos Dharma (incluem palavras recortadas de revistas) posso explorar diferentes sentimentos, impressões e atmosferas. Pessoalmente considero esta técnica uma parte importante da minha vida criativa e espiritual.
Estas técnicas podem ser usadas para cura emocional e crescimento espiritual: são sobre mim, o que se passa dentro de mim, a minha evolução e o meu desenvolvimento. Sou eu a entrar e a compreender melhor a minha mente e a minha maneira de pensar e de agir.

Muitas vezes tiro um cartão e faço uma leitura sobre o que vejo, tal como o faço com os meus oráculos. Por vezes essa leitura responde a um problema que tenho, por vezes dá-me um insight sobre o que se passa nesse momento da minha vida. Cada carta em cada dia tem sempre um significado diferente porque todos os dias evoluímos e todos os dias acumulamos novas experiências e novos saberes.

Queres desenvolver a tua intuição? Curar-te emocionalmente? Crescer espiritualmente? Conhecer-te melhor? Explorar o teu lado artístico e criativo?
Tens um bom exemplo de como conseguir tudo isso aqui neste texto :)

Queres experimentar?
O que te dizem as Cartas Dharma que acompanham este post?
Falam-te de medos, seguranças, tristezas, recolhimento, felicidade, da tua vida atribulada, de onde precisas de te focar para te sentires realizada?

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Crítica ao Livro "Soulcollage Evolving: An Intuitive Collage Process for Self-Discovery and Community"

Esta crítica foi copiada da minha página do Goodreads.
Podes vê-lo e/ou comprá-lo AQUI (amazon.com) ou AQUI (amazon.co.uk).
You can read more about it HERE (amazon.com) ou HERE (amazon.co.uk).
*
I really liked this book.

It seems that I've been creating soulcollage cards for several years now without knowing it. I don't call them that, for me they are Dharma Cards. It's very interesting how Seena divides them in groups because I started doing that intuitively, not naming them the same as she did of course: Community, Committee, Companion (animals that connect to our own chakras) and the Council Suit. My cards are also created randomly or intuitively, it is a process of self-discovery and I have created beautiful and really inspiring cards. Sometimes I do readings for myself with them and it has been amazing. 

I use the A5 size instead of the 5 by 8 mat boards. I've already used A4 sized cards with cutout words from magazines, those I called Dharma Talking Cards.

This book is difficult to follow with little to no direction, on actually making a collage card. If you are new to soulcollage you should pick a different book. Maybe this book is for more advanced students who are looking for a deeper education about the background of the concepts. 
*
Addendum - I always try to use at least two elements/cutouts by card and never more than six.
I don't like to see a bunch of collages in the same card, I want to keep them intuitively simple.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Uma Forma de Meditar * Creating Art While Meditating

 
A arte faz parte de mim há muitos anos, quer eu tenha dado por isso ou não.
Uma das formas que utilizo para re-organizar os meus pensamentos é criando arte. Digamos que é a minha maneira de meditar, de me ligar ao meu santuário interior, de me expressar, de me compreender...
No sábado estive mesmo a precisar de ter algum tempo comigo. Criei 15 colagens A5 para juntar às imensas que já tenho.
São como cartas de oráculo que uso para encontrar respostas aos meus problemas. Ou as crio ou tiro uma para me dar insights.
E tu? Como te reencontras? 
Danças? Passeias com a Mãe Natureza (o que também fiz ontem como podem ver pelas fotos publicadas ontem AQUI)? Fazes exercício físico?
*
O que é comum a todas as 15 cartas que criei?
Renascimento, Concentração, Instinto, Pensamento Positivo, Simplicidade, Segurança, Definição de Objetivos, Instropeção, Reavaliação, Compreensão, Perspetiva.
Devemos sempre deixar que os nossos atos falem por nós.

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